VOCÊ NO SAMBA / Galerias

  • Salgueiro brinca na Passarela do Samba e faz ensaio perfeito

    Lucia Mello em 31 de Março de 2022

    Com o enredo "Resistência" que está sendo desenvolvido pelo carnavalesco Alex de Souza, o Acadêmicos do Salgueiro realizou seu ensaio técnico perfeito.

    Os compositores do samba de 2022 são:

    Demá Chagas, Pedrinho da Flor, Leonardo Gallo, Zeca do Cavaco, Joana Rocha, Renato Galante e Gladiador)

    Salgueiro

    Torrão amado, o lugar onde eu nasci

    O povo me chama assim

    (Canta, Salgueiro!)

    Salgueiro, Salgueiro

    O amor que bate no peito da gente

    Sabiá me ensinou: Sou diferente

    (Canta, Salgueiro!)

    Salgueiro, Salgueiro

    O amor que bate no peito da gente

    Sabiá me ensinou: Sou diferente

    Um dia, meu irmão de cor

    Chorou por uma falsa liberdade

    Kaô Cabecilê, sou de Xangô

    Punho erguido pela igualdade

    Hoje, cativeiro é favela

    De herdeiros sentinelas

    Da bala que marca feito chibata

    Vermelho na pele dos meus heróis

    Lutaram por nós contra a mordaça

    Ê, mãe preta, mãe baiana

    Desce o morro pra fazer história

    Me formei na Academia

    Bacharel em harmonia

    Eis aqui o meu quilombo, escola

    Ê, Galanga, ê, Rei Zumbi, Obá

    Preta aqui virou Rainha Xica

    Sou a voz que vem do gueto

    Resistência no tambor

    Pilão de preto velho eu sou

    Ê, Galanga, ê, Rei Zumbi, Obá

    Preta aqui virou Rainha Xica

    Sou a voz que vem do gueto

    Resistência no tambor

    Pilão de preto velho eu sou

    No Rio batuqueiro

    Macumba o ano inteiro

    Não nego meu valor, axé

    Gingado de malandro

    Kizomba e capoeira

    Caxambu e jongo, fé na rezadeira

    Tempero de Iaiá, não tenho mais, sinhô

    E nunca mais, sinhá

    Sambo pra resistir

    Samba meus ancestrais

    Samba pelos carnavais

    Torrão amado, o lugar onde eu nasci

    O povo me chama assim (canta, Salgueiro!)

    Salgueiro, Salgueiro

    O amor que bate no peito da gente

    Sabiá me ensinou: Sou diferente (canta, Salgueiro!)

    Salgueiro, Salgueiro

    O amor que bate no peito da gente

    Sabiá me ensinou: Sou diferente

    Um dia, meu irmão de cor

    Chorou por uma falsa liberdade

    Kaô Cabecilê, sou de Xangô

    Punho erguido pela igualdade

    Hoje, cativeiro é favela

    De herdeiros sentinelas

    Da bala que marca feito chibata

    Vermelho na pele dos meus heróis

    Lutaram por nós contra a mordaça

    Ê, mãe preta, mãe baiana

    Desce o morro pra fazer história

    Me formei na Academia

    Bacharel em harmonia

    Eis aqui o meu quilombo, escola

    Ê, Galanga, ê, Rei Zumbi, Obá

    Preta aqui virou Rainha Xica

    Sou a voz que vem do gueto

    Resistência no tambor

    Pilão de preto velho eu sou

    Ê, Galanga, ê, Rei Zumbi, Obá

    Preta aqui virou Rainha Xica

    Sou a voz que vem do gueto

    Resistência no tambor

    Pilão de preto velho eu sou

    No Rio batuqueiro

    Macumba o ano inteiro

    Não nego meu valor, axé

    Gingado de malandro

    Kizomba e capoeira

    Caxambu e jongo, fé na rezadeira

    Tempero de Iaiá, não tenho mais, sinhô

    E nunca mais, sinhá

    Sambo pra resistir

    Samba meus ancestrais

    Samba pelos carnavais

    Torrão amado, o lugar onde eu nasci

    O povo me chama assim (canta, Salgueiro!)

    Salgueiro, Salgueiro

    O amor que bate no peito da gente

    Sabiá me ensinou: Sou diferente (canta, Salgueiro!)

    Salgueiro, Salgueiro

    O amor que bate no peito da gente

    Sabiá me ensinou: Sou diferente



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