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  • Mestre Ciça, da Unidos do Viradouro, grava depoimento para acervo audiovisual do Museu do Samba

    Redação em 22 de Junho de 2022

    Projeto Memória das Matrizes do Samba no Rio de Janeiro já conta com mais de 160 registros inéditos de grandes sambistas, à disposição para pesquisa gratuita

    O Museu do Samba recebeu, no último dia 20 de junho, um dos maiores mestres de bateria do carnaval carioca para gravação de depoimento para o acervo audiovisual da instituição. Mestre Ciça, comandante da bateria da Unidos do Viradouro, foi entrevistado pelo pesquisador Vinicius Natal e pela gerente técnica do museu, Desirrée Reis, dentro da programação do projeto "Memória das Matrizes do Samba no Rio de Janeiro", que documenta histórias e memórias de personalidades do samba e do carnaval – cantores, compositores, mestres de bateria, porta-bandeiras, passistas e outros profissionais da folia.

    Mestre Ciça relembrou o início de sua trajetória, tocando agogô de duas bocas em sua "escola do coração", a Unidos de São Carlos, hoje Estácio de Sá. O sambista falou sobre momentos marcantes, como o ano em que desfilou na Viradouro com a bateria em cima de um carro alegórico, além de detalhar sua experiência de 34 anos à frente de ritmistas em escolas como Unidos da Tijuca, União da Ilha e Grande Rio.

    Os depoimentos para o projeto "Memória das Matrizes do Samba no Rio de Janeiro" contam com o apoio do Ibram – Instituto Brasileiro de Museus. O acervo possui relatos de mais de 160 nomes, entre eles Nelson Sargento, Monarco, Tia Surica, Haroldo Costa, os mestres de bateria Odilon, Casagrande e Jorjão, o lendário mestre-sala Delegado, e as porta-bandeiras Selminha Sorriso, Dodô da Portela e Vilma Nascimento.

    O material está disponível para consulta e pesquisa, mediante agendamento pelo e-mail contato@museudosamba.org.br. 



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