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Estandarte de Ouro anuncia mudanças no júri e novas categorias de premiação
Redação em 12 de Fevereiro de 2026
Neste Carnaval, o 'Oscar do samba' retoma o prêmio de melhores fantasias, que volta à programação oficial depois de cinco décadas, e conta com novos jurados e mudanças no critério de escolha para melhor ala e alas das baianas
Em sua 54ª edição, o Estandarte de Ouro, tradicional premiação do Carnaval Carioca, traz mais uma série de novidades em sua programação e júri oficiais. Com o objetivo de celebrar a alegria e a dedicação das escolas de samba cariocas, o prêmio retoma antigas categorias, como a de melhores fantasias, e atualiza seus critérios de seleção com base na animação espontânea dos foliões. Realizado pelos jornais O GLOBO e EXTRA, o 'Oscar do samba' reúne um time extenso de jurados incluindo personalidades do carnaval, do jornalismo e da música brasileira responsáveis por eleger a grande campeã do ano.
Com sabor de nostalgia, o Estandarte de Ouro retoma a categoria 'melhores fantasias', que esteve presente nos quatro primeiros anos de premiação. A iniciativa busca incentivar o talento e o trabalho incansável dos criadores dos mais de 300 figurinos de alas e dos responsáveis pela composição dos carros alegóricos. A mudança impacta diretamente as categorias de 'melhor ala' e 'ala das baianas', que passarão a focar mais na empolgação do que na fantasia. "Ao fazer a seleção da melhor ala, ficávamos tão encantados com o conjunto visual que era difícil escolher uma só. Pensamos então que faz sentido um prêmio para as melhores fantasias", diz o jornalista Marcelo de Mello, presidente do júri.
Marcelo de Mello é acompanhado de outros 12 jurados que, assim como na última edição, selecionam uma escola finalista ao final de cada noite de desfile do Grupo Especial. Além de dele, compõem o júri do Estandarte de Ouro 2026 a cantora e pianista Ifátókí; o jornalista, escritor e comentarista Aydano André Motta; o jornalista e crítico de música Bernardo Araújo; a pesquisadora e escritora Rachel Valença; a cantora e comunicadora Dorina; a professora da Universidade Federal do Paraná, Juliana Barbosa,; o empresário e jornalista Bruno Chateaubriand; o violonista e pesquisador Luís Filipe de Lima; o percussionista Odilon Costa; a historiadora, pesquisadora e professora Angélica Ferrarez; o professor da UERJ e escritor Felipe Ferreira e o jornalista e escritor, Leonardo Bruno.
Ao final do Carnaval carioca, na Quarta-feira de Cinzas (18), três agremiações concorrem na disputa pelo prêmio principal. O resultado oficial da premiação será divulgado nos sites dos jornais O GLOBO e EXTRA.
Assim como ocorreu no ano passado, os jornais ainda convidam personalidades ligadas ao carnaval para participar da escolha da vencedora, ao lado dos jurados oficiais. Esse grupo participa exclusivamente da votação da melhor escola, selecionando uma das três finalistas. O título ficará com a agremiação que obtiver a maioria simples dos 21 votos, somando os 13 jurados oficiais e os oito convidados. Dentre eles, estão os jornalistas da TV Globo Mariana Gross e Alex Escobar, que cobrem os desfiles; o diretor de Redação do Extra, Humberto Tziolas; a editora executiva do GLOBO Flávia Barbosa; o arquiteto e escritor Miguel Pinto Guimarães; roteirista do carnaval Globeleza de 2011 até 2023, Bruno Weikersheimer; o ex-jogador do Flamengo e da Seleção Brasileira e comentarista de futebol Junior; e a atriz e rainha de bateria Quitéria Chagas

